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Para Vitor Koch, apenas com medidas de impacto social poderemos superar a crise econômica do país

 
A definição de que Michel Temer é o presidente da República até dezembro de 2018 deverá por um ponto final na forte crise institucional que o país vive há vários meses e fazer com que a economia brasileira volte a crescer, ainda que de forma lenta e gradual, já a partir de 2017. Esta é a expectativa do presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, salientando que Temer deverá tomar medidas fortes em favor da desobstrução do caminho para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

- Os próximos meses serão decisivos para viabilizar um futuro melhor para o país. É preciso existir ações muito fortes de combate ao corporativismo, de redução do custeio da despesa pública, de diminuição dos tributos, de controle inflacionário e de fomento ao empreendedorismo e aos investimentos. O Estado brasileiro precisa, com urgência, se tornar eficiente em termos de gestão e economicidade, a fim de evitar o colapso da Nação - enfatiza Vitor Koch.

De acordo com o presidente da FCDL-RS, Michel Temer terá que implementar medidas fortes que realmente causem um impacto estrutural positivo para que o Brasil retome a via da prosperidade. Segundo ele, mudar para melhor significa revitalizar as relações privadas geradores de riqueza e empregos, principais sustentáculos da economia do país.

- Como mudanças fundamentais para que isso ocorra, destacamos a redução do custo da máquina pública, com corte de gastos em atividades não essenciais, serviços sobrepostos e gestão pela qualidade em todas as instâncias estatais, além da privatização ou encerramento de atividades fora da esfera típica de Estado. As reformas trabalhista, política, tributária e da previdência também são necessárias para modificar o atual cenário de descrença que a sociedade brasileira vive em relação as suas instituições, e, também, para resgatar a credibilidade do Brasil junto aos investidores nacionais e internacionais, pois os recursos que eles aportam são importantíssimos para fazer a roda da nossa economia voltar a girar - aponta Vitor Augusto Koch.

O dirigente entende que enquanto esteve exercendo a presidência da República de forma interina, Michel Temer não teve condições de adotar medidas de impacto que pudessem trazer melhoria para a situação econômica brasileira. Mas agora que está confirmado como o principal mandatário do país, ele está obrigado a fazer intervenções que tragam novos e positivos horizontes para o Brasil.

Para Vitor Augusto Koch, a promoção de substanciais reformas e mudanças na política econômica será fundamental para acelerar o processo de recuperação do país, ajudando, por exemplo, a fazer crescer a confiança do mercado. Segundo o presidente da FCDL-RS, os sinais emitidos por Temer, até agora, trouxeram algum alento, mas transformar o discurso em ações concretas é o que fará desaparecer a crise de credibilidade.
 
 
Fonte: FCDL-RS